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O futuro dos smartphones: para onde vamos agora?

Vivemos em plena era da tecnologia. Não faz muito tempo que nos víamos completamente satisfeitos com aqueles famosos celulares “tijolões”. Aliás, ele era o sonho de consumo de 9 em cada 10 pessoas nos anos 90. Os anos se passaram e rapidamente começaram a surgir novos modelos, cada vez menores e com mais tecnologia.

Surgiram as câmeras fotográficas embutidas (uma grande revolução na época), os mp3 players e logo em seguida os mp4. Um lançamento atrás do outro, deixando difícil a tarefa de acompanha-los. Os teclados deram lugar para mais espaço de tela. Hoje, dificilmente encontramos os poucos exemplares analógicos existentes.

Há quem diga que chegamos ao auge, ledo engano. As empresas continuam investindo pesado em desenvolvimento de novas tecnologias, ganhando destaque nas vendas e na preferência dos consumidores. E isso não se refere apenas ao aparelho, em si, mas em todo que é desenvolvido e implementado para melhorar a experiência do usuário.

Um grande exemplo disso são as tecnologias das redes de conexão. Há menos de três anos, o 4G era a grande tendência, no entanto, nem todos aparelhos eram compatíveis com a tecnologia. Além de ser mais rápido que o 3G, ele vinha com a promessa de maior sinal de conexão. A tecnologia se popularizou e logo virou padrão entre os aparelhos lançados.

A história agora se repete, mas com o 5G. Segundo os especialistas a promessa é de um nível de conexão jamais visto, com uma velocidade de download até 20 vezes mais rápida que o 4G. Apesar disso, alguns anos serão necessários para que a mesma se torne uma realidade acessível aos usuários.

Quanto aos aparelhos, também há muito onde evoluir, segundo as grandes marcas. Podemos notar uma redução constante das bordas dos aparelhos. Alguns já apresentam design curvo, mas, a tendência é que em breve vejamos displays completamente integrados com o ambiente.

Telas flexíveis e até dobráveis também são objeto de estudo. Já conseguimos encontrar alguns exemplares híbridos, como os notebooks que viram tablets e os tablets que viram celulares. No entanto, o grande desafio é construir o chassi do aparelho que também aceite a curvatura total, sem apresentar quaisquer danos ou deformação.

As câmeras já apresentam qualidade surpreendente. Graças ao forte investimento neste quesito, podemos encontrar imagens cada vez melhores, independentemente das condições externas. Em tempos de selfies e redes sociais, este é sem dúvidas um dos pontos que mais atraem os usuários.

Mas, a grande expectativa fica com a Inteligência Artificial. Esqueça a Siri, a Cortana e o Google, e se prepare para viver uma experiência completamente nova de comunicação com robôs que interagem e aprendem constantemente. A IA já aparece como a grande promessa do futuro em bancos e outros serviços, porém, os celulares não estão longe de chegarem às lojas com a mesma tecnologia.

Além de facilitar tarefas corriqueiras, como acessar aplicativos, enviar mensagens e fazer ligações, a Inteligência Artificial promete garantir mais segurança aos usuários, através do reconhecimento facial, de voz e até da velocidade e pressão da digitação. Ela também pode ajustar as configurações da câmera para obter a melhor foto em qualquer condição e auxiliar na economia de bateria, já que poderá identificar quais os apps mais utilizados (bem como o horário de maior uso) e coloca-los como prioridade, deixando os demais em “hibernação” automática.

Enquanto a novidade não chega por aí, que tal sonhar com o futuro, tal como sonhávamos nos tempos do “tijolão”?

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