Negócios

John Deere é eleita uma das 25 empresas mais inovadoras do Brasil

Salvador, 04/07/2019 - A John Deere foi eleita, na noite da última terça-feira (2), uma das 25 empresas mais inovadoras do País, segundo o ranking do Valor Inovação Brasil, promovido pelo jornal Valor Econômico em parceria com a consultoria Strategy&, ligada à PwC Consultants. A companhia subiu 20 posições e agora ocupa a 25ª colocação no ranking geral das 150 empresas mais inovadoras do Brasil. A solenidade realizada para reconhecimento das companhias que mais inovaram em 2018 aconteceu em São Paulo (SP).

Tendo a inovação como um de seus pilares, a John Deere investe diariamente US$ 4 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento em todo o mundo. Isso faz com que a empresa tenha, a cada ano, lançamentos disruptivos, com tecnologias que mudam o mercado agrícola, de construção e florestal. "A John Deere é uma companhia de conexões: tecnológicas, produtivas, sociais e humanas – aliamos a inteligência dos equipamentos às pessoas. A inovação é nosso principal compromisso com nossos clientes e ela consiste em fornecer abordagens únicas e diferenciadas para resolver problemas que criam valor significativo para os negócios e para as pessoas", diz Nick Block, diretor do Grupo de Soluções Inteligentes (ISG) da John Deere.

Para o diretor da John Deere, na atual era da Internet das Coisas, a companhia tem inovado em gestão de dados, softwares e comunicação remota integrada de seus equipamentos. "Acreditamos que o futuro é conectado, por isso temos dedicado grandes esforços em tecnologia. Com a inovação como um de nossos principais valores, permanecemos relevantes para a dinâmica de mudança de nossos clientes e seus desafios. Nossa atuação está em constante evolução, acompanhando e, algumas vezes, até mesmo antecipando tendências para o setor", completa o executivo. Seguindo este caminho, a companhia mantém em Campinas (SP), o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação, um espaço voltado para o desenvolvimento de soluções inovadoras e adaptações para toda a América Latina.

Tendo a análise de dados como uma de suas apostas para o futuro, no Agronegócio por exemplo, a empresa lançou recentemente o Centro de Operações, plataforma aberta e online, para a gestão de dados, que integra informações agronômicas, de máquina e produção. Por ser colaborativa, o agricultor pode utilizar o serviço e compartilhar suas informações com técnicos, concessionários e outras empresas conectadas, formando um ecossistema tecnológico, que consegue abranger cada etapa da lavoura, associando diferentes técnicas, tecnologias, aplicações e parcerias para atender necessidades específicas. E isso só é possível porque a John Deere também disponibilizou no mercado, de forma pioneira, o Conectividade Rural, iniciativa em parceria com a empresa de telecomunicações Trópico, que consiste na instalação de torres de transmissão de acordo com o perfil de cada produtor, que permitem que ele esteja conectado à internet, mesmo em locais onde as operadoras móveis não chegam.

Mas, para alcançar essa posição no ranking, a John Deere inovou não só em seus produtos e serviços, mas também nos processos internos da companhia. Em Recursos Humanos, por exemplo, a empresa possui um Conselho de Diversidade & Inclusão, que discute e desenvolve estratégias para aprofundar ações dentro de quatro pilares: Gênero, Pessoas com deficiência, Funcionários de produção e Cultura. As ações usam o conceito de design thinking, para atender a necessidade específica do público interno e para que ele perceba valor na iniciativa. O design thinking, enquanto tipo de conhecimento, tem como objetivo a promoção do bem-estar na vida das pessoas. É nesse sentido que a John Deere trabalha o engajamento em todos os níveis.

O Valor Inovação Brasil é resultado de uma parceria entre o jornal Valor Econômico e a consultoria Strategy&, da PwC. A pesquisa contempla e analisa 23 setores da economia brasileira e considera a intenção, os esforços e os resultados obtidos com a inovação. Dentre os âmbitos analisados estão lançamentos ou melhorias de produtos e serviços, oferta de complementos tecnológicos e ainda melhoras processuais, que resultam em produtos. Por fim, o ranking leva em conta ainda o reconhecimento do mercado, quando empresas nomeiam as que consideram inovadoras. Na edição deste ano, mais de 200 empresas concorreram ao prêmio.

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