Segurança

Lei de Proteção de Dados Pessoais: consumidores aprenderão mais sobre vazamentos e como proteger suas informações

Especialista da G Data aposta na maturidade dos usuários impulsionada pela divulgação de novos casos de vazamento de dados em grandes companhias e pela necessidade real de manter as suas informações seguras

Salvador, 15/03/2019 - A questão da proteção de dados e do tratamento de dados pelas empresas mudará nos próximos anos como resultado das leis de proteção de dados em vários países. No Brasil a LPDP está levando as empresas a se prepararem para as novas regras, incluindo a lei europeia, a GDPR. Por sua vez, os usuários serão levados a saber mais sobre do que trata estas normas e também aprenderão a proteger as suas informações. Segundo Tim Berghoff, especialista da G Data, fornecedora de soluções antivírus distribuídas no Brasil pela FirstSecurity, depois de 2018 ter sido marcado por incertezas e de medo em relação às novas regras, os usuários terão que descobrir o que as mudanças significam na prática.

“As informações sobre o tema aparecerão com mais frequência, não apenas pela necessidade, mas, principalmente, por exemplo, quando novos casos de vazamento de dados acontecerem em grandes companhias. Como resultado, as empresas que não levam a sério as suas obrigações relacionadas às novas regras enfrentarão punições e multas significativas e muitos outros problemas para a sua marca”, comenta Berghoff . “O provedor de serviço de chat online alemão, Knuddels, teve que pagar uma multa de 20 mil euros porque os seus sistemas não estavam adequadamente protegidos. A multa só não foi maior porque as autoridades locais atestaram a boa cooperação da empresa e o tratamento exemplar do incidente”, destaca ele.

O especialista também acredita que as notícias sobre novas ocorrências também levem os usuários a um melhor entendimento sobre a proteção das suas informações. “É importante para os clientes que as empresas cuidem dos dados confiados a elas, mas as empresas poderão ajudar a fortalecer essa conscientização ao mesmo tempo em que elas mesmas avancem neste sentido", afirma Tim Berghoff. 

O especialista também ressalta que as novas regras ainda proporcionarão novas discussões sobre a proteção dos dados pessoais em várias esferas. “Dependendo de qual ponto de vista que venha prevalecer, a coleta de dados em sites, por exemplo, pode ser significativamente restrita e controlada. O Parlamento da UE e o Conselho da União Europeia, por exemplo, opõem-se parcialmente a esta questão”, afirma ele.

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