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Estudo sobre BYOD mostra que 60% das Redes Já Admitem Dispositivos Pessoais Externos, Mas Gerenciamento é Falho

Levantamento feito pela AirTight a partir de respostas de 316 profissionais mostra que tendência ao modelo BYOD (Bring your Own Device) é um movimento sem retorno

Salvador, 26 de junho de 2012 - A Airtight, líder global em soluções de segurança para ambientes Wi-Fi, divulgou os resultados de um estudo realizado junto a 316 profissionais das áreas TI e Segurança de Redes, com o objetivo de avaliar novas tendências de tecnologia e as ameaças emergentes que tais tendências podem acarretar para a segurança de suas redes.

Sob o título “Qual é a sua relação com BYOD?” o estudo avaliou  as opiniões destes profissionais sobre o quão difundida está a tendência de emprego do modelo BYOD nas empresas. O levantamento aborda também a atitude das empresas em relação ao hábito ou interesse dos funcionários em trazer seus próprios dispositivos pessoais para a rede, bem como os fatores ligados à gestão e segurança em torno destas questões.           

De acordo com Fernando Neves, presidente da AirTight no Brasil, o modelo BYOD avança de forma inexorável, devido à enorme disseminação dos dispositivos móveis e também em função da necessidade de agilidade nos serviços de acesso e transações de dados nos ambientes corporativos. “O problema é que a segurança em ambientes WiFi ainda é o calcanhar de Aquiles das redes ligadas a negócios. Resolver e equacionar a questão da segurança é a condição básica para o amadurecimento do modelo BYOD.”, completa Neves.

Um dos apontamentos mais interessantes do estudo feito pela AirTight foi que 61% dos entrevistados disseram ver a tendência BYOD como uma oportunidade de redução de custos com TI e aumento da eficiência. Mas o modelo é visto, ao mesmo tempo, como uma forte ameaça à segurança das empresas.

Quando questionados sobre o quão difundido é o uso de dispositivos externos dentro das empresas, mais de 86% dos entrevistados garantiram que já utilizam  o modelo e  apenas 11% afirmaram que não permitem dispositivos pessoais. O estudo completo feito pela AirTight pode ser encontrado neste link.

O levantamento foi realizado sobre pesquisas de campo levadas a termo pela Anavade, uma empresa provedora de serviços gerenciados e solução de tecnologia para negócios. Outro dado apurado no documento é que 60% das empresas estão adaptando suas infraestruturas de TI para acomodar os dispositivos pessoais de seus funcionários ao invés de restringir o uso.

“A partir das respostas obtidas, fica patente que a maioria das organizações está percebendo que impedir que os colaboradores tragam seus próprios dispositivos é uma batalha perdida,” afirma Pravin Bhagwat, CTO da AirTight. “Iphones, Ipads, Androids e Tablets, em geral, estão chegando para ficar nas organizações. Na cultura BYOD atual, a AirTight percebe que há três vezes mais dispositivos pessoais não gerenciados no ambiente de um cliente, do que dispositivos corporativos. A chave para manter a rede do cliente segura, é, justamente, gerenciar estes dispositivos.”   

A dificuldade de gerenciamento surge uma vez que usuários não autorizados precisam apenas das credenciais de logins das empresas para conectar seus dispositivos pessoais mesmo em redes seguras, como a WPA2/802.1x. Algo que pode ocorrer sem o conhecimento ou permissão do administrador, expondo a rede a ameaças de segurança e vazamento de dados.

“É importante para as empresas estar à frente dessa ameaça cada vez maior que são os dispositivos não gerenciados conectando-se às redes corporativas e entender os benefícios e recursos de diferentes tecnologias, como WIPS, NAC e MDM, para controlar tanto o uso de dispositivos pessoais quanto as ameaças que o uso traz.”, concluiu Bhagwat.

No Brasil

A Airtight está conduzindo pesquisa semelhante no mercado Brasileiro e os primeiros resultados demonstram que ainda há muito a aprimorar em termos de segurança. Fernando Neves destaca que o Brasil se caracteriza pela forte abundância de “talentos” para a perpetração de ataques associada a uma grande facilidade de acesso a dispositivos para este fim. “Isto ajuda a entender o “caldo de cultura” que vem se criando ultimamente num quadro em que a exposição ao risco cresce de forma mais acelerada que a expansão da mobilidade na rede. “A boa notícia é que diversas empresas vem investindo na segurança de suas redes sem fio e implementando sistemas de detecção e prevenção de ataques – WIPS – como os providos pela Airtight.”, assinala Neves.

Na avaliação do executivo, o momento atual, no Brasil, é de consolidação das redes sem fio, agora com a criação das redes BYOD “oficiais”, ou seja: dotadas de segurança e controle específicos para este modelo. “Este movimento de ‘oficialização’ é que tornará natural o próximo passo a ser dado pelas redes brasileiras, que é a expansão dos serviços associados à conexão de dispositivos pessoais dos usuários, funcionários e clientes.”, conclui ele.

Sobre a Airtight Networks:

A AirTight Networks é a líder global em segurança sem fio e soluções de conformidade. A tecnologia patenteada da AirTight protege as empresas do problema crescente de ameaças de segurança Wi-Fi, permitindo às organizações gerenciar melhor seu ambiente WLAN e cumprir com as novas normas de conformidade sem fios (PCI).

O SpectraGuard da Airtight foi premiado como a melhor solução de prevenção contra intrusão sem fio (WIPS), que proporciona aos profissionais das empresas mais segurança e conformidade com capacidades inigualáveis ​​para detectar com precisão, classificar e localizar todas as ameaças de segurança Wi-Fi, enquanto ajuda o pessoal de operações de rede rapidamente a monitorar e solucionar problemas de desempenho da WLAN. Os serviços pioneiros da Airtight baseados em nuvem oferece ao mundo a primeira e única "Não Capex" WIPS multitenant, conformidade PCI sem fio e o controlador de soluções de acesso WLAN, tudo em um único dispositivo.

As soluções da Airtight premiadas são utilizadas globalmente por clientes dos setores de governo, financeiro, hotelaria, varejo, telecomunicações, tecnologia, fabricação, transporte, saúde e educação. A AirTight detém as patentes seminais para a tecnologia wireless de prevenção de intrusões com 23 patentes americanas e internacionais concedidas e mais de 20 patentes adicionais pendentes.  A AirTight Networks é uma empresa privada com sede em Mountain View, CA e escritórios em diversos paises. No Brasil possui sede em São Paulo e escritórios em Brasília e Rio de Janeiro. 

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