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Consumidores compartilham dados transacionais, mas não divulgam rendimento nem filiação política

De acordo com pesquisa realizada pela Pitney Bowes, 36% dos consumidores não compartilham seus dados sobre rendimento e 76% não compartilham, nem mesmo, sua filiação política.

São Paulo, 13 de julho de 2012 – Em pesquisa realizada pela Pitney Bowes. (NYSE: PBI) nos Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido, os consumidores indicaram quais os itens de informações pessoais que não estão dispostos a compartilhar com empresas e autoridades. Os resultados descrevem quatro tipos de dados, de acordo com a percepção dos consumidores. Os profissionais de marketing que são pressionados por obter informações podem encontrar diretrizes para melhoria dos resultados com estas percepções do consumidor.

O primeiro tipo é o transacional. Este é o dado de consumo comumente compartilhado e muitas vezes como parte de uma transação básica tais como assinar um WEB site, inscrever-se em uma lista de discussão ou aderir a uma comunidade de mídia social. Poucos consumidores irão reter dados transacionais para uma marca ou organização. Os percentuais de entrevistados que não estão dispostos a compartilhar foram: data de nascimento (10%); endereço postal (13%); e-mail (14%) e dados bancários (22%).

Os consumidores que não irão compartilhar sua altura (22%), peso (24%) ou número de telefone residencial (23%) são também um grupo bastante pequeno. Este tipo de dado é físico e, contrariamente às suposições sobre vaidade, são compartilhados voluntariamente pelos consumidores.

O grupo de informações com o atributo de segurança é o mais fechado e raramente divulgado, com 36% dos consumidores dispostos a compartilhar seu rendimento; 38% dispostos a compartilhar seu número de celular e 40% dispostos a compartilhar seu número de cartão de crédito.

Ainda assim, há um nível mais íntimo de dados que abrangem atributos e crenças. Estes dados têm um bloqueio virtual e chave em torno dele e as empresas devem estar cientes desta percepção sensível dos consumidores. A convicção política “não é da sua conta” de acordo com 76% dos consumidores. Já a religião tem 71% dos consumidores não dispostos a compartilhar. Etnia é um assunto tabu para 54% e preferência sexual não será compartilhada por 45% dos consumidores entrevistados.

De acordo com o relatório produzido pela Forrester Research Inc., "quando olhamos para a atividade de consumo on-line, é evidente que embora os consumidores se preocupem sobre a coleta e utilização dos seus dados on-line, eles continuam com as tarefas on-line e disponibilizam seus dados se perceberem um benefício".*

"Cada profissional de marketing deve cumprir com total conformidade a todas as regulamentações de segurança e privacidade no seu país. Além disso, as empresas fariam bem em conhecer estas percepções dos consumidores e de como eles disponibilizam seus dados em todos os canais de comunicação", disse Julio Dantas, Diretor da Pitney Bowes Semco. "Ao honrar a sensibilidade do consumidor nestes quatro arquétipos de dados, as interações com a marca serão valorizadas e as métricas de marketing multi-canal podem melhorar drasticamente."

A Pitney Bowes Semco ajuda as empresas crescerem por meio de uma comunicação eficaz com seus clientes e potenciais clientes. Com poderosas novas tecnologias que permitem as empresas envolverem cada cliente individualmente, usando o canal de comunicação que melhor funciona: web, Correios, texto ou e-mail, os profissionais de marketing podem melhorar a fidelidade do cliente e aumentar a receita para as empresas de consumo.

Para ler o relatório completo Getting to Know You, visite:  www.personallypb.com.

Para que os profissionais de marketing consigam “domar” os dados de comunicação de seus clientes a Pitney Bowes Semco recomenda seis passos:

1.    Garantir a conformidade com todas as regulamentações municipais e federais e manter-se atualizado com a legislação em vigor.

2.    Obtenha o básico direito (nome, endereço, etc) antes de tentar desenvolver um maior relacionamento com o cliente.

3.    Ser claro na sua intenção. Dizer por que você gostaria de saber mais e explicar para seu cliente o benefício de compartilhar os dados.

4.    Entenda os limites da sua marca. Os clientes vêm para você porque você faz bem um serviço simples? Se assim for, não tente criar uma maior "experiência para o cliente" que pode não ser necessária, nem valorizada.

5.    Não deixe os dados derrotarem você. Tecnologia e suporte existem para todos os níveis de negócios.

6.    Feche o ciclo da comunicação. Use o que vem de volta de seus clientes como combustível para mais conversas e forneça recompensas aos clientes que compartilham seus dados com você.

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